quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Histórico da Escola


     A Escola Estadual de Educação Infantil e Ensino Fundamental “Amélia Maria da Luz”, localizada à Travessa Cel. José Avelino, S/N, bairro Petrópolis, do Município de Pombal, Estado da Paraíba, foi criada no Governo Tarcisio de Miranda Burity por força do Decreto nº 13.171 de 04 de julho de 1989, com a denominação Escola Estadual de lº Grau do bairro Petrópolis. Porém sua fundação data-se de 07 de julho de 1989.
     O seu primeiro quadro de professoras foi o seguinte:
  • Ana Barros de Farias
  • Maria Taneide dos Santos Queiroga
  • Maria Madalena Alves Formiga
  • Maria do Socorro Melo da Silva
  • Maria Lucia Almeida Fernandes
  • Maria das Graças Lacerda Dantas
  • Maria Célia Oliveira Dantas
  • Maria do Carmo Lacerda de oliveira
  • Ruth Maria Coelho F. Araújo
  • Sonia Maria Ferreira de Sousa
  • Tereza Emília Bezerra R. Arruda
     Dentre as professoras acima mencionadas, por meio de votação entre elas, foi escolhida a professora Ruth Maria Coelho F. Araújo para conduzir os destinos administrativos, a qual ficou como diretora até o início do ano de 1990. Nesse curto período como gestora, com seu espírito de liderança e luta, desempenhou de forma democrática suas funções, organizando os primeiros passos da escola sob o prisma da disciplina e das decisões tomadas sempre de forma coletiva.
     No início de sua história o corpo de apoio administrativo, no tangente a auxiliar de serviços, secretaria e vigilância, era composto por funcionários que prestavam serviços ao Município de Pombal-PB naquela época. Só com o passar do tempo foi que o Estado assumiu a responsabilidade com auxiliares de serviços. Atualmente a escola não conta com Agente Administrativo nem Guarda.
     No ano de 1 990, por solicitação do Vereador Luiz Barbosa Neto (Luizinho Barbosa) o Deputado Estadual Aércio Pereira de Lima apresentou na Assembléia Legislativa Estadual Projeto de Lei, o qual depois de aprovado deu origem a Lei nº5.288/90. Portanto, com a vigoração da mencionada Lei a escola passou-se a chamar “Amélia Maria da Luz”, homenagem justa prestada a uma professora de nossa Terra conhecida popularmente por Professora Mirinha, que além de ter dado a sua valiosa contribuição a educação pombalense, foi também artesã em barro. Seus trabalhos foram apresentados nas feiras de arte de João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Patos, Sousa e diversas cidades da Paraíba, chegando a ir as feiras artesanais de Rondônia, e, vindo a participar de exposições no exterior como foi o caso da Alemanha.
     Ao longo de sua trajetória a escola teve a frente dos seus destinos administrativos as seguintes diretoras:
  • Ruth Maria Coelho F. Araújo – 1989 a 1990
  • Liliam Trajano de Sousa – 1990 a 1991
  • Maria Fátima Pereira de Santana – 1991 a 2003
  • Josefa Formiga Leite de Almeida – 2003 até os dias atuais
     Quanto ao seu aspecto físico, a escola dispõe de seis salas de aula, uma secretaria, destinada aos serviços burocráticos e serviços de diretoria, uma cantina, uma despensa, um banheiro masculino, um banheiro feminino e um salão recreativo, de pequeno porte.
     É dentro desse espaço físico e de suas condições materiais e humana que a escola desenvolve sua proposta de educação, a qual prioriza o processo de desenvolvimento global da consciência e da comunicação (do educador e do educando), integrando, dentro de uma visão de totalidade, os vários níveis de conhecimento e expressão. Assim sendo, uma de suas metas é educar para as novas experiências, as novas maneiras de ser; educar para a autonomia, para a liberdade possível em cada etapa da vida, para autenticidade.
     O conjunto dos profissionais de educação desta escola, no tangente a Educação Infantil e Ensino Fundamental das Séries Iniciais é formado atualmente por uma Diretora, com licenciatura plena em História; uma Vice-Diretora, com Ensino Médio; uma Supervisora Educacional, com licenciatura em Pedagogia, com habilitação em Supervisão Escolar; sete Professoras com nível Superior e seis Professoras com Magistério Médio (Pedagógico).
     O Quadro de Pessoal de Apoio é composto, tão somente, por quatro auxiliares de serviços, distribuídas da seguinte forma: duas no horário da manhã e duas no horário da tarde.
Adentrando na questão acerca de sua clientela podemos frisar que a mesma é constituída por crianças advindas de família de baixa renda, na sua grande maioria filhos de pais analfabetos ou com pouca escolaridade, sendo as mães lavadeiras e os pais ambulantes ou pedreiros.
     Apesar das inúmeras dificuldades enfrentadas no decorrer de sua breve história a escola atende hoje no turno diurno a Educação Infantil de 4 a 6 anos, Ensino Fundamental das Séries Iniciais (1ª a 4ª), Educação Especial de Deficientes Auditivos e, no turno noturno atende a Suplência do Ensino Fundamental (Supletivo de 1º Grau).
     A Escola conta com a união das professoras, alunos, funcionários e comunidade, agindo sempre como família para desempenhar suas funções e desenvolver seus trabalhos educacionais, norteadas pelas seguintes metas:
  • Nos casos de evasão, pesquisar e registrar as razões dos alunos, tendo em vista a busca de soluções;
  • A coordenação também deverá organizar reuniões periódicas com a equipe para estudos, reflexão, avaliação das atividades realizadas e recondução da proposta pedagógica, visando garantir a formação continuada do corpo docente;
  • Reunião periódica para refletir sobre os problemas de aprendizagem, desempenho e comportamento dos alunos;
  • Programar, juntamente com os professores, de atividades como: aulas-passeio, articuladas aos projetos  pedagógicos desenvolvidos;
  • Organizar e realizar periodicamente reuniões de pais, esclarecendo a dinâmica do trabalho realizado com os alunos;
  • Promover o remanejamento de professores por série a cada dois anos;
  • Manter a disciplina na escola, destinando um servidor para controlar a entrada e saída dos alunos, bem como a observar a hora da recreação;
  • Elaborar e desenvolver projeto de Artes, envolvendo professores, alunos e comunidade;
  • Elaborar e desenvolver projeto de leitura e escrita, envolvendo professores, alunos e comunidade;
  • Formar com os alunos um pequeno grupo de teatro;
  • Arborizar a área escolar com participação de alunos e pais de alunos;
  • Trabalhar, uma vez na semana, com aula de religião, destacando os valores morais;
  • Promover a contextualização dos conteúdos programáticos e a interdisciplinaridade;
  • Adequar o desenvolvimento de oficinas pedagógicas ao conteúdo aplicado em sala de aula;
  • Conscientizar a comunidade escolar em geral a cumprir e fazer cumprir o Regimento Interno da Escola.
     É bem verdade, como já foi mencionado, a “Amélia Maria da Luz” trabalha com dificuldades, porém o corpo docente, discente e funcionários procuram unidos a caminhar devagar, mas sempre, vencendo seus obstáculos. Desta forma, participa das manifestações ou eventos sociais dentro de sua realidade, utilizando a criatividade, contando sempre com a ajuda da comunidade na qual encontra-se inserida.

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